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A arte de ser malandro

Quer um bom exemplo de um aglomerado de malandros? Ande nas ruas de sua cidade. Você verá que estamos infestados deste sub-gênero de seres.

Não faço acima referências as malandragens referidas pelo samba, mas sim das malandragens no sentido pejorativo da palavra, aquela que até nós exercemos sem a mínima vergonha.

A arte de ser malandro está dentro de cada ser, entranhada na genética que evoluiu de forma insatisfatória (do ponto de vista ético), mas que nos traz ótimos benefícios quando bem executada.

Essa pequena arte é muito comumente exercida pela juventudo, ávida por aventuras e risco. Jovens roubam e se arriscam freqüentemente em busca de sua malandragem. Como já mencionei em outra oportunidade, quanto mais malandro, maior o status.

Shadowy Figures

Som alto, roupa de marca, quantidade de gurias por festa, quantidade de cerveja, tipo de carro. Status, malandragem. Analisando certos pontos, são dois atributos que andam juntos, cooperando entre si para a degeneração pessoal do indivíduo que faz uso intenso deles.

No final das contas, ir contra este modus operandi da vida também pode ser prejudicial, afinal de contas, quem gostaria de não ser o melhor do time de futebol ou a chefe de torcida?

Creative Commons License photo credit: Kamal H.

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  1. Nenhum comentário em “A arte de ser malandro”

  2. Eu percebo isso o tempo todo também. É malaco atrás de malaco (Opa! No bom sentido) …

    Comentário feito por: Rev. Peterson Cekemp em 21 jul, 2008

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