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Jogador de futebol é igual a prostituta

Durante a semana passada eu estive ausente de tudo que gira em torno da Internet ou compurador. Estive viajando com meu pai. Foi uma excelente semana em que eu pude reviver toda a ‘magia’ que existe nas viagens. É como diz a frase, um homem precisa viajar.

Nesses dias, cerca de 80% do tempo em que passávamos acordados era escutando a Rádio Gaúcha. E sendo uma rádio “para homens” o que mais se ouvia era futebol e afins, creio que eu nunca estive tão atento ao futebol e suas vertentes quanto naquela semana.

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Depois disso não foi difícil fazer uma comparação entre essas duas profissões, afinal prostitutas e jogadores de futebol ‘andam juntos’, e eu não estou mencionando aquele famoso caso daquele famoso jogador e daquela famosa estrela cadente dos calçadões do Rio.

  • Jogador de futebol começa na profissão nos primórdios da adolescência;
  • Prostitutas iniciam sua vida sexual ainda no Ensino Fundamental, brincando de médico com todos os coleguinhas possíveis;
  • Quanto maior à fama qualidade, maior o preço de venda;
  • Ambos são instrumentos comerciais;
  • Quando ficam velhos são esquecidos;

Uma diferença clara e que depois da análise me surgiu na mente, é a questão da moral. Jogadores são vendidos como se fossem prostitutas, jogam em um time a cada dia. No entanto, apenas a venda do corpo é considerada imoral e não recebe o devido respeito. É aquela velha estória, valores definidos por interesses idiotas só funcionam a quem convém, e neste caso, convém a sociedade usar em demasia tais valores em mulheres que exercem tal profissão. Jogadores não irão roubar o teu marido ou o marido da tua vizinha, já a prostituta.

Creative Commons License photo credit: Wanda Wisdom

O mal do mundo*

Eu faria esse post em forma de diálogo, e eu não estaria inserido neste. Acontece que tô com preguiça de sinalizar apropriadamente. Acho que sairá um bagulho pós-modernista, mas não me julguem por isso.[de preferência, não me julguem por absolutamente nada =P]

Por que o mundo está mal* desse jeito? Alguns argumentariam que não existe muita gente altruísta. Diriam que pro mundo melhorar um número significativo de pessoas deveria começar a fazer o bem sem esperar nada em troca.

Eu não acho que seja isso. Na verdade, não acho que seja essa a questão.

É, talvez seja o excesso de gente egoísta. Agora sim, não acho que seja só isso.

Se a pessoa é egoísta ela ainda pode ajudar. Ela deve saber que se todos fizerem isso, um dia ela viverá só da ajuda dos outros. Meio utopia, mas é possível. O mundo está assim porque tem muita gente que combina alguns adjetivos: egoísta, imediatista, preguiçoso, raso e não-visionário[acho que a pessoa tem que fazer muita força pra ser assim]. Ou acomodado, também serve.

 

E sobre altruístas: devem ser inteligentes o bastante para fazerem o que quiserem sutilmente, sem se expor[se assim desejarem]. Não que seja ruim fazer diretamente…..pra isso é preciso ser bem corajoso, e talvez imediatista. Mas com esses eu concordo. Não quer dizer que farei do mesmo jeito, mas tenho o mesmo objetivo[será?].

[*]Supondo que existe bem e mal, bom e ruim.

Fica tudo mais fácil se você percebe que não tem nada fixo. Pra determinar o bom você precisa determinar o mau, e vice-versa. Elementar. Legal é perceber o que você pressupôs bom e ruim…..ver que você aceitou muita pressuposição sem notar. E depois que decidir o que é o seu bom e o seu mau, ver que você é insaciável em busca do bom…..quanto tempo da sua vida você passou satisfeito?

Só é chato se você mecanizar.

“A vida não pode ser apenas um hábito.”
Katherine Mansfield

Oy!

Brincando com o referencial

Quando faço as coisas no automático vejo quase tudo como concreto, definido, não-flexível e estático.

Quando estou satisfeito isso pode ser bom. Mas não passo muito tempo completamente satisfeito. Pareço menosprezar automaticamente o que já consegui.[não coloquei feliz aqui porque estou quase sempre nesse estado, então ele é o "normal" e não será citado]

Quando estou triste, isso não é nada bom. Parece que não tem saída, que estou fadado ao vergonhoso fracasso. Jorram projeções das consequências, e a pior delas é ter que me aguentar depois. Muito mais fácil é lembrar mecanicamente do sentimento do sufoco e numerar a qualquer hora o que me sufoca. E nisso eu fico focado, como uma engrenagem se atém ao seu trabalho.

Mas chega logo o momento em que canso, e começo a pensar no que, possivelmente, me deixa abatido daquele jeito. É aí que eu vejo que é coisa fútil. Mas não paro por aí. Não me ontento em sentir-me neutro. Eu quero humilhar o sufoco. Eu mudo o meu referencial. Eu penso no que consegui até o momento. Me convenço que já fiz muito, é, fiz muito sim. Eu me sinto satisfeito, realizado, sossegado, pronto pra terceira guerra mundial. Sinto que poderia perder tudo, e ainda sim seria feliz. Só não seria feliz se eu fosse nada. E isso não quer dizer que eu seria triste.

Muito estranho. Mais estranho ainda é saber que esse processo se repetiu muitas vezes no primeiro semestre do ano. Num momento na fossa, noutro, no Olimpo. Como pode? Parece que eu brinco com o meu referencial. Eu brinco com a minha percepção. Eu brinco com a minha realidade. O “problema” é que eu faço isso muito facilmente! Consigo me convencer do que eu quero. Parece dupla personalidade? Talvez seja um resquício disso…..mas me soa mais como eu contra o universo. É que eu pressupus que o “universo” não passa de uma representação que eu fiz dele, e por isso parece uma discussão comigo mesmo. Eu brinco com os meus sentimentos. Levanto-os pra limpar a estante, e coloco-os de volta, se quero. Eu me conforto. Não preciso rezar pra isso. Não preciso crer.

Creio, mas não sei no quê. Creio em algo fundamentalmente diferente de nós, que pode ter surgido do nada e nos dado a oportunidade de existir. Não sei se é onipotente, mas acho que não. Pode acompanhar cada passo de cada ser, ou não. Amo-o por ter possibilitado a existência. Por ter conseguido fazer isso, me parece estar num plano completamente, fundamentalmente diferente. Costumam chamá-lo de Deus. A mim, não importa o nome.

Assim, parece que concordo com alguns pressupostos dos mais comuns, mas não é bem assim. Talvez o tempo ande pra frente e pra trás. Então nada precisaria ser criado. O universo se criaria e acabaria, e depois iria do fim no começo, infinitamente. Talvez seja tudo um ciclo[imagino o tempo como um círculo], e assim nada precisa ser criado. Mas meu pensamento não abstrai o suficiente pra imaginar algo que não precisou ter um começo. Inclusive o ciclo. Não quer dizer que seja impossível. Não acho que quem nos criou precise ser superior a nós. Não sei, na verdade, se acredito em superioridade. Acredito em diferença.

Anyway, sou uma marionete de mim mesmo. Isso quando só tenho que lidar comigo mesmo. Me “engano” fácil. Quem diria…..deve ser o cúmulo da ingenuidade. =D

“A mind, like a home, is furnished by its owner, so if one’s life is cold and bare he can blame none but himself.”
Louis L’Amour

See ya!

Para que serve?

Já vou avisando: quero fazer esse post desde que comecei a comentar no Orkuticídio, e estou absolutamente enviesado por ter lido o artigo “Para que serve?” do genial autor Isaac Asimov. Provavelmente meu post sairá como um resumo mal feito deste artigo…..se alguém quiser o original, não hesite em pedir. É incrível.

Assinale uma das alternativas:

[a]Mais uma aula de história geral, cruzadas, e muitos alunos ocupados discutindo o que aconteceu no Big Brother de ontem.

[b]Outra aula de matemática, matrizes, e alunos entretidos trocando mensagens SMS em seus celulares-semi-robôs-que-fazem-tudo[até conservaram a antiga e inútil propriedade de realizar ligações telefônicas].

Generalizar nunca não faz bem[será?], mas tanto faz a situação escolhida por vossa senhoria[talvez, no ápice da sua rebeldia, tenha escolhido as duas, e as duas provavelmente condizem com a realidade]: quando o professor interpelou seus alunos rebeldes e solicitou atenção, algum malandrão respondeu “E por que tenho que aprender isso? Para que vou usar? Para que serve?”.

Professor, escolha a sua resposta:

[a]Pra fora já, rrrrrrapaizinho! Não teve educação em casa?

[b]Pra tirar nota na minha prova…..farei uma especial pra essa classe.

[c]Pra que serve? Eu uso pra ganhar dinheiro. Foi usando isso que comprei meu carro , minha casa, minha TV de trocentas polegadas e até meu super-celular. O interessante é que esse dinheiro veio do seu bolso, hahahahaha! Já você, não sei pra que vai usar.

[Escolham a C, por favor!] O professor provavelmente dará alguma resposta análoga. Isso porque ele não está muito interessado em entrar nos pormenores. Isso pode cansar, e acho que a pergunta do título é frequente na vida deles.

Aqui, é claro, podemos divagar um pouco mais. Eu não pretendo dormir cedo, mesmo.

Generalizemos dammit, again?! mais um pouco. Cientistas devem escutar muito disso no desenvolvimento de suas pesquisas específicas. Para ele pode ser suficiente valiosa a possibilidade de satisfazer sua curiosidade sobre a questão em si, e assim descobrir um pouco mais do universo que o cerca. Ele pode estranhar o fato de que alguém possa precisar de mais do que isso para se conformar.

Mas o aluno é espertão, e não se importa com nada que não seja diretamente prático. Matrizes? Rá, que idiotice! Números aleatórios pra lá e pra cá, operações bestas pra mudar algo por mudar…..ele não sabe que computadores usam matrizes. Tudo bem, essa foi fácil. Mas e história? O que uma futilidade que aconteceu há zilhões de anos atrás vai me importar? [nem vou citar aqui o efeito borboleta] Se ela aparece nos livros, foi uma futilidade suficientemente importante pra época, e qualquer imbecil das vizinhanças sentiu seu impacto imediatamente, quase simultaneamente à sua ocorrência. Pelo passar do tempo as consequências se estenderam a todos os imbecis[droga, isso é efeito borboleta...deixemos superficial assim]. E até quem é cego de amor por exatas[hahahahaha] deve saber que o professor de matemática conta a história das descobertas de grandes estudiosos…..

Eu acho algumas matérias são fúteis, de vez em quando. Mas não é simples assim. Muitas coisas fúteis numa confluência podem tornar-se significativas[até coisas fúteis sozinhas têm seu significado, mas deixa pra lá]. Uma coisa fútil hoje pode não ser tão fútil amanhã. E depois de pensar um pouco vejo que o fútil sou eu, por ter achado que algum tipo de conhecimento pode não valer a pena. Então nunca mais achei que algum conhecimento fosse tonto. E se um dia isso acontecer de novo, eu já tenho uma tática: estudarei-o completamente e, quando acabar, poderei falar seguramente pra mim mesmo que realmente não era importante, e que minha opinião original era certa[isso nunca acontecerá, e isso é legal :D].

As maiores descobertas foram por acidente. Isso mostra como somos péssimos visionários, deficientes em abstração e prepotentes no geral. Como descobriram microondas? Radioatividade? Princípios para o gerador elétrico? Alguém conhece a irônica história do “Efeito de Edison”? Pois é, acredito que quem despreza algo é justamente aquele que acabará isolado no final. Você não vê além do horizonte? Então é claro que lá tem um abismo, certo?

Trecho [advinha de onde veio]:

Há o caso famoso de um estudante que perguntou ao filósofo grego Platão, cerca de 370 a.C., para que serviam os teoremas complexos e abstratos que ele estava ensinando. Platão, de imediato, ordenou que um escravo desse ao estudante uma pequena moeda, a fim de que ele não pensasse que havia ganho o conhecimento por nada; a seguir, demitiu-o da escola.O estudante não precisava ter perguntado, e Platão não precisava ter escarnecido. Quem duvidaria, nos dias de hoje, de que a Matemática tem seus usos? Os teoremas matemáticos, que se afiguram insuportavelmente requintados e alheados em relação a tudo em que um homem sensato possa estar interessado, aparecem como absolutamente necessários a partes altamente essenciais da nossa vida moderna, como, por exemplo, a rede telefônica que interliga o mundo.Há a história do cientista inglês Michael Faraday, que ilustra esse ponto. Ele foi, em seu tempo, muito popular, como conferencista, e também como físico e químico de primeira classe. Em uma de suas palestras, nos anos de 1840, ele ilustrou o comportamento peculiar de um ímã e de uma espiral de fio ligada a um galvanômetro, o qual deveria registrar a presença de uma corrente elétrica. Para começar, não havia corrente no fio; mas, quando o ímã era introduzido no vão central da espiral, ou bobina, a agulha do galvanômetro se movia para um lado da escala, indicando a passagem de corrente. Quando o ímã era retirado do vão da espiral, a agulha pulava para a outra direção, mostrando que a corrente estava, então, fluindo para o lado oposto. Quando o ímã era mantido imóvel, em qualquer posição, dentro da espiral, ou bobina, não havia corrente alguma fluindo, e a agulha ficava imóvel.Na conclusão da palestra, um membro do auditório se aproximou de Faraday e disse: “Sr. Faraday, o comportamento do ímã e do fio de arame em espiral foi interessante, mas para que poderá servir?”.E Faraday respondeu, polidamente: “Senhor, para que serve uma criança recém-nascida?”.Foi precisamente tal efeito, cuja utilidade se viu questionada tão peremptoriamente por um membro do auditório, que Faraday usou para desenvolver o gerador elétrico que, pela primeira vez, tornou possível produzir eletricidade barata e em grande quantidade. Isto, por sua vez, tornou possível o desenvolvimento da tecnologia elétrica que nos circunda nos dias de hoje, e sem a qual a vida, no sentido moderno, seria inconcebível. A demonstração de Faraday foi uma criança recém-nascida que cresceu e se transformou num gigante.Nem mesmo o mais perspicaz dos homens pode sempre julgar o que é útil e o que não é.

…..

Com efeito, a menos que prossigamos com ciência e continuemos a reunir conhecimentos, afigurem-se eles úteis prontamente ou não, enterrarno-emos em nossos problemas e não encontraremos saída. Cabe, pois, ao leitor e a qualquer pessoa amparar a ciência e, onde possível, manter-se à frente dela, porquanto a ciência de hoje é a solução de amanhã – e também dos problemas de amanhã – e, o que é mais importante, a maior das aventuras, agora e em todo o sempre.”  

 

 
Então agora entenderão que se mais alguém me perguntar “para que serve”, a pessoa levará:

 

 

[a]Um soco no queixo

[b]Uma piada irônica totalmente de grátis. Ela provavelmente não enxergará através da sutileza das entrelinhas…..então é bom que ela leia Asimov. Não dá pra se aprofundar sempre.

“If the doors of perception were cleansed, every thing would appear to man as it is, infinite.” William Blake

Dificuldades de um universitário para fazer uma viagem e visitar seus amigos virtuais/de outro estado

Eu poderia dedicar essa postagem pras compatriotas de Venâncio Rock Aires, mas no final me lembrem de falar o motivo que tive para não fazê-lo.

Prólogo:

Aparentemente, meu gosto por geografia não se limita aos livros. Sempre gostei muito de viagens, e em muitas vezes a felicidade da expectativa superava a da consumação. Não é surpresa que universitários não tenham muitos recursos, e mais óbvio ainda é que isso suprime muitas das minhas viagens à expectativa.

Longas horas aquelas antes de definitivamente dormir, hã? Imagino n situações que possibilitariam minha viagem, n desenvolvimentos e n desfechos desta. E não me limito às situações plausíveis. Isso se intensifica quando estou naquele estado de quase sono, quando não sei se estou sonhando ou pensando…isso rendeu muitas pancadas na parede, ”acordando” assustado. Imagino como realmente seriam as pessoas, e se não as idealizo demais. Chego à conclusão que não idealizo de modo algum. Afinal, eu as conheço, apenas não conheço.

Shatter Point:

Era um mês de junho comum[2007]. O Orkut tinha recém-implantado a ferramenta Sherlock Holmes, e eis que capturou uma “guria” sul-rio-grandense com um sobrenome peculiar, do meu ponto de vista. Minha personalidade inconveniente não me deixou outra saída: deixei um recado, e não foi daqueles “da próxima vez deixa um oizinho”. Devo ter feito uma piada ou trocadilho infame.E no dia 19/06 ela respondeu. Seu nome era Schuck Norris e sua idade era algo entre 0 e 230 anos.

Consequências: 

Desse shatter point em diante, muita coisa mudou: Eu comecei a ler o blog da Rapunzel, e ela tinha o 21horas em seu blogroll. Comecei a lê-lo também. No blogroll do Wint estava o Orkuticídio, e comecei a lê-lo. No blogroll do Orkuticídio estava a Cabala Experimental, e comecei a lê-la. Comentava em todos eles, e surgiu a oportunidade de homenagear o aniversário do Orkuticídio participando de um post aqui no 21horas. Depois fui convidado a escrever aqui e, bem, cá estou. :D

Desse shatter point em diante, muita coisa mudou: Conheci o grupo das compatriotas. Sim, tenho muitas compatriotas, mas depois dessa denominação, tenho poucas, e aí que mora a graça. Dentre estas, estão a Rapunzel[aquela que joga as tranças do alto da torre],a Bela Adormecida[aquela que fura o dedo e dorme à espera de um príncipe], a Cinderela[aquela do sapatinho de cristal], a Chapeuzinho Vermelho (ou Vermelhinho Chapéu, como queiram :P)[aquela da touquinha vermelha] e a Branca de Neve[aquela dos anõezinhos enfileirados]. Etéreo é difuso? Eu mesmo não conheço boa parte dessas personagens, mas essa descrição, como diria o vocalista da banda Pedra Letícia, é para alguém, e esse alguém sabe quem. Rá, “conversando” com as compatriotas que apurei meu gosto por discórdia, ironia, inconveniência e análogos. Me comportei assim cada vez mais, e cada vez mais me diverti. O humor ácido e flexível é viciante…..e veja, isso é muito do que sou hoje, hehehehehe. Aprendi a me proteger contra magia negra, a não subestimar joaninhas, a tentar não ser tão facilmente manipulado sabendo que é impossível sair imune, a fazer cuca[ainda não fiz :P] e que “mijo rules”[não fui eu quem disse isso], entre outras coisas.

Desse shatter point em diante, muita coisa mudou: Eu conheci o discordianismo. Mais uma saraivada de humor irônico e ácido. As coisas se encaixam perfeitamente, em múltiplos de cinco ou relacionados.

Dificuldades:

Uma dificuldade bem legal é que não sabemos se existimos de verdade, e, se existimos, se não somos maníacos vasculhando a internet em busca de alvos ingênuos. Os mais velhos nos lembram disso toda hora. Tempo também é difícil de encontrar. Transporte compatível com a condição financeira, então…..

Tenho incitado amigos e parentes a viajarem comigo, o que facilitaria uito as coisas. Muitos nem cogitam a hipótese, outros levam como brincadeira e/ou ironia[esse é um problema que vem quando você é irônico quase o tempo todo], mas alguns se empolgam. E começamos a fazer planos, decidir como vamos[mochilão, carro, moto], por onde passaremos[cidades turísticas no caminho, cidades imprevistas] e quando vamos. Aí tem outro problema…..temos que fazer as férias coincidirem e o dinheiro brotar instantaneamente. Os que se empolgam são justamente os que fariam a melhor companhia.

Pseudo-conclusão:

Mas é claro, tenho em mente que sem dificuldades não haveriam prazeres, e quando você sabe que as dificuldades serão superadas, esse pensamento é absolutamente positivo e confortável. Algum dia nossas férias baterão. Vontade não falta :D

A internet separa ou une? Ah, ela separa e une, mas só separa depois de unir.

Desfecho real:

A ser formulado.

Merci et au revoir.

Dedicatória:

Se não dediquei esse post às compatriotas, foi porque se não as tivesse conhecido nem estaria escrevendo aqui hoje…..então todos os meus posts são, intrinseca e inatamente, dedicados às srtas..

Este pode ser considerado um post de comemoração por um ano de sobrevivência às macumbas lançadas pelas compatriotas.