Saber discernir é fundamental
Written by Daniel on 10 de julho de 2008 – 2:41 -Saber diferenciar conteúdo bom de ruim é essencial para a sobrevivência de uma mente pensante atualmente (lembrando que o conceito de bom e ruim é relativo), e mesmo nas massas existe muita gente que pensa e produz, as vezes de forma melhor que quem está fora desse aglomerado massificado.
Refleti sobre isso pois ultimamente tenho olhado novelas, coisas antes incomuns, pois eu achava que as mesmas eram geradoras de conteúdo para conglomerar a maioria e implantar idéias; Sim, a idéia ainda me parece ser realmente esta, porém saber se você quer ou não que aquilo seja implantado em você é que faz a diferença. Nem só de assuntos polêmicos e atualidades é que se faz uma trama, mesmo que essa sugue 90% da totalidade do programa, sempre existirá o momento de descontração; é este o foco que tem me atraído.
No meio de todo conteúdo lixo, sempre exestirá aquele programa (ou pequena parte dele) que poderá te chamar atenção, ser interessante, te fazer refletir sobre algo ou qualquer outra coisa relevante, que num segundo momento pode acabar virando em conteúdo de qualidade.
Até tenho aberto meu S2 para BBB’s da vida, não irei enviar uma fita de eu dançando a dança do créu para tentar participar do próximo programa, mas possivelmente não irei ver ele com os mesmos olhos que olhei as versões anteriores. Certamente haverá pessoas que não saberão diferenciar esquerda de direita, que agradecerão a Deus por nunca terem lido algum livro ou algo relacionado com as opções citadas acimas, mas possivelmente exestirá aquele(a) que dirá algo de útil, algo que poderá virar um post interessante aqui.
A programação da TV aberta é variada, e está disponível para qualquer um. Saber o que você vai aceitar ou não é um problema somente seu. Se você deixar-se influenciar por qualquer bestialidade, mas que ainda assim torne sua vida melhor, boa sorte e felicidades.
A informação é sempre é mesma, a percepção é que muda conforme o receptor.
Tags: comportamento, discernir, fundamental, novelas, pessoa, pessoal, programa, saber, sociedade, televisão, tv, vida
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Auto-conhecimento?!
Written by Daniel on 30 de março de 2008 – 18:30 -Você já se olhou por dentro nos últimos dias? Você se conhece tão bem e melhor quanto conhece à vida do ganhador do BBB?
Questões como estas me abordaram a pouco, e eu fiquei pensando em qual seria o real motivo para que as pessoas temam e demorem tanto para responder questões extremamente simples, como ‘quais seus defeitos e qualidades?’ Esses detalhes eu venho notando desde a época do colégio, quando nas aulas de ensino religioso, ainda na época do ensino fundamental a professora pedia para que escrevêssemos quais eram os nossos maiores defeitos e as nossas melhores qualidades.
Boa parte da turma, incluso eu não sabiam o que iriam escrever, não tinham um autoconhecimento sobre si mesmo e passavam ali durante minutos pensando sobre o assunto, posso estar errado, mas creio que mais de 90% da turma colocava os defeitos e qualidades que primeiro lhes vinham à cabeça, sem pensar em si como um ser com tais defeitos e qualidades.
Essa trajetória seguiu-se adiante e segue até hoje, eu particularmente mudei, os livros nos ensinam coisas muito interessantes e ampliam o nosso olhar a um horizonte mais amplo e claro sobre questões diversas. Porém ainda noto perfeitamente os traços de falta de conhecimento sobre si no rosto das pessoas, está impregnado de forma suja e abstrata em cada ser.
As pessoas em geral têm como costume uma filosofia de vida que ensina que a vida alheia é mais interessante, passando este costume de geração em geração, que o conhecimento dos defeitos e qualidades do outrem valem mais do que conhecer a si próprio. Devemos mudar este pensamento e colocar em prática que é necessário analisar os pontos onde existem a necessidade de mudanças e aplicar si próprio, para que então a pessoa possa se tornar melhor e um membro mais digno de si na sociedade.
O que percebo é que a maioria tem medo de se conhecer, pois tem conhecimento da ponta do iceberg que lhes aflige, e tem como preceito afirmar que seria muito mais fácil enfrenta isto apenas o ignorando, não batendo de frente como muitos declaram ser a melhor forma. Qual seria a melhor forma? A meu ver bater de frente, enfrentar seus medos e ter um autoconhecimento mais amplo para que desta forma a pessoa livre-se das aflições que vem sofrendo e das aflições futuras.
Será que temos medo de nos conhecermos? Temos medo de olhar no fundo de nossos olhos e dizer para nós mesmos: Eu sou um ser humano com defeitos e qualidades? Eu posso enfrentá-los de cabeça erguida e orgulhar-me de todos eles?
Ou devemos nos esconder ainda mais atrás dos outros?
Tags: aflições, auto conhecimento, folosofia, pessoas, saber, vida, viver
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